Foragido, líder do garimpo ilegal Rodrigo Cataratas tem empresas e bens de luxo nos EUA

Condenado por garimpo na terra Yanomami ajudou na fuga de Alexandre Ramagem e, por isso, também está foragido da Justiça

Por Natalia Viana, Ethel Rudnitzki | Edição: Ana Magalhães | Colaboração: Ana Magalhães, Brenda Medina, ICIJ (Consórcio Internacional de Jornalistas Investigativos), em Agência Pública

No Brasil, Rodrigo Cataratas gosta de manter um perfil espalhafatoso nas redes sociais. Condenado na primeira instância por liderar o garimpo ilegal na Terra Indígena Yanomami, ele tem mais de 43 mil seguidores no Instagram, onde defende a garimpagem, pede anistia para o ex-presidente Jair Bolsonaro (preso por tentativa de golpe de Estado) e ataca o governo do PT. 

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Políticos têm rede ‘paralela’ na Meta sem declarar ao TSE

Flávio Bolsonaro tem mais de sete perfis de apoio não declarados; Janones, um; Campopiano e Pavanato também têm rede

Por Aldrey Olegario, Bruno Fonseca | Edição: Ana Magalhães, em Agência Pública

Candidatos nas eleições deste ano estão usando uma estratégia em comum: além das contas oficiais nas redes sociais com milhões de seguidores que foram declaradas ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), muitos têm uma rede paralela de perfis de apoio que copiam parte do conteúdo das páginas dos políticos. Esse “exército alternativo” turbina o alcance, com menções cruzadas e postagens iguais feitas quase ao mesmo tempo.

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Bet Blaze funcionou em endereço de empresas ligadas a Willer Tomaz, investigado pela PF

Advogado ligado a Flávio Bolsonaro processa Blaze por R$ 163 mi que teria apostado; PF investiga lavagem de dinheiro

Por Por Jéssica Ribeiro, Caio de Freitas, Ed Wanderley, em Agência Pública

Um relatório de análise da nuvem associada ao celular do advogado Willer Tomaz de Souza, produzido pela Polícia Federal (PF), revela que a Foggo Entertainment Ltda, empresa responsável pelas operações da plataforma de apostas Blaze no Brasil, utilizou o mesmo endereço comercial que já havia sido registrado anteriormente por empresas ligadas a Willer Tomaz e a seus ex-sócios. Tomaz ganhou manchetes de todo o país em agosto devido a seu processo contra a própria Blaze, tentando reaver R$ 163 milhões que teria apostado na plataforma, o que chamou a atenção da PF e do Ministério da Fazenda por suspeita de lavagem de dinheiro.

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‘A prioridade de um governo democrático – só temos essa hipótese com o Lula – é diminuir o antissistema difuso. É produzir mudanças objetivas, concretas, duradouras, que mudem a percepção das pessoas sobre a vida’. Entrevista especial com Josué Medeiros

A aprovação histórica do fim da escala 6X1 “fez a campanha do Lula ter fôlego porque amplia para além da esquerda”, diz o cientista político

Por: Patrícia Fachin, em IHU

A mobilização social que se espalhou por várias cidades do país após o segundo turno das eleições deste ano é uma novidade no processo eleitoral brasileiro. “Esta é a primeira eleição com mobilização social desde 1989”, pontua Josué Medeiros na entrevista a seguir concedida ao Instituto Humanitas Unisinos – IHU por telefone. Segundo o cientista político, as “manifestações espontâneas” são uma reação à possível eleição de Flávio Bolsonaro, ao mesmo tempo que sinalizam um recado para a esquerda. “Se Lula vencer, a única forma de ter um governo de sucesso é manter a conexão com essa energia das ruas. Se um governo Lula 4 se encerrar numa disputa institucional, com essa maioria que a extrema-direita tem no Congresso, o governo será um fracasso”, afirma.

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Flávio Bolsonaro recebeu Rolex de lobista da Covaxin ao lado de 3 garotas de programa em lancha, na pandemia, diz site

Reportagem da revista Piauí reconstituí passeio no Lago Paranoá em julho de 2020 com empresários da Precisa Medicamentos, que negociavam a vacina indiana, enquanto o Brasil registrava mais de mil mortes diárias por Covid-19

Urbs Magna

Em julho de 2020, enquanto o Brasil registrava mais de mil mortes diárias por Covid-19, o então senador Flávio Bolsonaro participou de um passeio de lancha no Lago Paranoá, em Brasília, organizado por empresários da Precisa Medicamentos que negociavam a venda da vacina indiana Covaxin ao governo federal. Segundo reconstituição publicada nesta quarta-feira (21/out) pela revista Piauí, três garotas de programa trazidas de São Paulo estavam a bordo e, ao final do evento, o diretor institucional da empresa, Danilo Berndt Trento, retirou um relógio Rolex de pulseira prateada do próprio pulso e o colocou no braço do parlamentar.

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Por que não votar em Flávio Bolsonaro? O futuro dos povos indígenas está em jogo

“O retrocesso não é apenas uma lembrança do passado. Ele é um risco quando as mesmas ideias voltam a ameaçar nossos direitos”, afirma Filipe Gabriel Mura, liderança do povo Mura

Por Filipe Gabriel Mura*, no Cimi

Para os povos indígenas, escolher quem governará o Brasil não é apenas uma decisão partidária. É decidir quais projetos de país queremos, quais direitos serão respeitados e que futuro deixaremos para nossos filhos. Por isso, diante da possibilidade de Flávio Bolsonaro chegar à Presidência da República, precisamos olhar com atenção para suas propostas, suas declarações e o projeto político que ele representa.

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Manifesto pela Constituição, pela Democracia e pelos Direitos Humanos

Manifesto que foi assinado por 724 nomes, entre eles ministros aposentados do STF, professores, advogados e personalidades de diferentes áreas defende a Constituição, a independência dos três Poderes e o Estado Democrático de Direito

Por Gustavo Honório, Abraão Cruz, g1 SP

A quatro dias do segundo turno das eleições, o Centro Acadêmico XI de Agosto e a Comissão Arns lançaram nesta quarta-feira (21), na Faculdade de Direito da USP, um manifesto em defesa da Constituição Federal, da democracia e dos direitos humanos.

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Às vésperas do segundo turno, povos indígenas firmam posição contra mineração em territórios tradicionais

A poucos dias do segundo turno, lideranças reuniram-se em Luziânia (GO) para compartilhar estratégias de resistência contra a mineração e reafirmar que nenhum projeto de país passará por cima de seus direitos

Cimi

A poucos dias do segundo turno, lideranças de diferentes povos reuniram-se em Luziânia (GO) para compartilhar estratégias de resistência contra a mineração e reafirmar que nenhum projeto de país passará por cima de seus direitos

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Povo Tembé cobra demarcação de terra indígena e denuncia invasões e impactos ambientais no Pará

Comunidades Jeju e Areal denunciam demora na demarcação, falta de acesso a políticas públicas, desmatamento, poluição dos rios e impactos de obras e empreendimentos na TI Zawar Pinim

Por Adi Spezia, do Cimi

Uma delegação de quatro lideranças do povo Tembé, do Pará, esteve em Brasília entre os dias 8 e 10 de setembro para cobrar a retomada do processo de demarcação da Terra Indígena (TI) Zawar Pinim, composta pelas comunidades indígenas Jeju e Areal, situadas em Santa Maria do Pará, no nordeste do estado.  As lideranças também denunciaram o aumento da presença de invasores, a exploração madeireira e os impactos decorrentes da duplicação da rodovia que atravessa o território, além da falta de acesso a políticas públicas específicas.

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Amazônia: Lula combate a devastação; Flávio acaba com regras

O candidato à reeleição promete atingir o desmatamento zero até 2030, fortalecer órgãos ambientais e investir em infraestrutura de inteligência e monitoramento territorial. O senador defende destravar o licenciamento ambiental, eliminar a “superposição” entre órgãos estatais como Ibama e ICMBio e, como o pai, finalizar novas demarcações de terras indígenas. A pedido da Amazônia Real, cientistas e especialistas nos impactos à região amazônica analisaram os planos de governos dos dois candidatos. Eles fazem um alerta para o avanço na licitação do “trecho do meio” da BR-319, uma das áreas mais preservadas no Amazonas, e criticam que o enfraquecimento da fiscalização abre margem para o avanço da mineração e do agronegócio em territórios protegidos

Por Amazônia Real

Manaus (AM) – As propostas dos planos de governos dos candidatos à Presidência da República Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que concorre à reeleição como presidente, e o senador Flávio Bolsonaro (PL), divergem no combate ao desmatamento e na gestão ambiental de uma das maiores florestas tropicais do mundo, a Amazônia. Lula aposta ainda mais no fortalecimento de órgãos estatais para combater a devastação, queimadas e garimpos ilegais. Flávio propõe a flexibilização de regras e licenciamentos e titulação individual de pequenos produtores rurais e promete não demarcar as terras indígenas. 

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