Artigo apresenta um debate e reflexões sobre as diferentes ferramentas e metodologias de monitoramento de desmatamento e outras ameaças ambientais na Amazônia. O autor republica entrevista que ele fez em 2004, com o pesquisador Alberto Setzer, do Inpe, que faleceu em 2023
A constatação de que as primeiras duas décadas do século 21 têm sido tão desastrosas para a floresta amazônica quanto as três últimas décadas do século anterior parece estar impedindo que se aprofunde uma suspeita: a realidade é ainda mais grave do que aparentam os números. Ainda mais quando certos números foram omitidos e – de omissão em omissão acumulada – deixaram de existir na memória histórica.
O texto que reproduzo abaixo é de maio de 2004, publicado no Jornal Pessoal. O JP acabou em 2019. O cientista Alberto Setzer, que deu esta entrevista, morreu em 2023.
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